Introdução A aceleração exponencial das cargas de trabalho de inteligência artificial está redefinindo, em ritmo acelerado, os limites da infraestrutura de computação corporativa. Durante a CES 2026, a AMD apresentou uma prévia concreta de como pretende responder a esse desafio ao revelar detalhes do sistema Helios e das futuras GPUs Instinct MI500, posicionando-se estrategicamente para disputar protagonismo em um mercado atualmente dominado pela Nvidia. O cenário descrito pela própria AMD é revelador: ao longo da última década, a capacidade computacional necessária para treinamento de modelos de IA cresceu quatro vezes ao ano, enquanto a inferência passou a dominar o consumo de recursos, com o volume de tokens processados aumentando cem vezes apenas nos últimos dois anos. Essa mudança estrutural impõe pressões inéditas sobre desempenho, largura de banda, eficiência energética e capacidade de integração em escala de data center. Para as organizações, a inação diante desse movimento não é neutra. A incapacidade de acompanhar essas demandas pode resultar em gargalos operacionais, custos crescentes de infraestrutura e perda de competitividade em iniciativas de IA. Nesse contexto, a proposta da AMD com o Helios vai além de um novo GPU: trata-se de uma arquitetura de rack em escala yotta, pensada para integrar CPUs, aceleradores, memória e rede em um sistema coengenheirado. Este artigo analisa, de forma aprofundada, os fundamentos técnicos e estratégicos do sistema Helios, das GPUs MI455 e da futura família MI500, avaliando implicações para arquiteturas de IA corporativas, desafios de implementação e os possíveis impactos no equilíbrio competitivo do mercado de infraestrutura para inteligência artificial. O desafio estratégico da IA em escala extrema Pressão crescente por desempenho e escala A expansão acelerada das aplicações de IA corporativa deslocou o foco do treinamento isolado de modelos para a execução contínua de inferência em larga escala. Esse movimento altera radicalmente o perfil das cargas de trabalho, exigindo não apenas maior poder computacional bruto, mas também conectividade de altíssima velocidade entre milhares de aceleradores. Segundo a AMD, a inferência já supera o treinamento em volume de processamento, o que implica arquiteturas capazes de sustentar fluxos massivos de dados com latência mínima. Em ambientes corporativos, isso se traduz na necessidade de racks altamente integrados, capazes de operar como sistemas unificados e não como conjuntos de servidores isolados. Ignorar essa transição implica arquitetar data centers que rapidamente se tornam obsoletos, incapazes de absorver o crescimento das cargas de IA sem custos desproporcionais de expansão ou complexidade operacional excessiva. Consequências da inação Organizações que mantêm arquiteturas fragmentadas enfrentam limitações claras: subutilização de GPUs, gargalos de memória, latências elevadas entre nós e aumento do consumo energético por unidade de desempenho entregue. Em escala, esses fatores comprometem tanto o retorno sobre investimento quanto a viabilidade de projetos avançados de IA. Além disso, a dependência de soluções pouco integradas dificulta a adoção de novos aceleradores e tecnologias de interconexão, ampliando riscos de lock-in arquitetural e reduzindo flexibilidade estratégica. Fundamentos do sistema Helios Arquitetura de rack em escala yotta O Helios foi concebido pela AMD como uma plataforma de rack modular e aberta, capaz de evoluir ao longo de múltiplas gerações de produtos. Essa abordagem reconhece que a escala exigida pela IA moderna não pode ser atendida apenas por ganhos incrementais de desempenho em componentes isolados. Quando entrar em produção, ainda em 2026, o Helios combinará GPUs Instinct MI455, CPUs EPYC “Venice”, memória HBM4 e unidades de processamento de dados (DPUs) Pensando, integradas por meio da arquitetura de empilhamento 3D da AMD e resfriamento líquido. O foco declarado da empresa é oferecer soluções turnkey, reduzindo a complexidade de implantação em ambientes corporativos e permitindo que milhares de aceleradores operem como um único sistema lógico. Interconexão e rede como pilares Um dos diferenciais centrais do Helios é o uso de interconexões Ethernet de alta velocidade em múltiplos níveis. Dentro do rack, os dados trafegam via Ultra Accelerator Link (UALink), enquanto a comunicação entre racks ocorre por meio de Ultra Ethernet (UE) e NICs compatíveis. Essa escolha reflete uma estratégia de adoção de padrões abertos e escaláveis, em oposição a interconexões proprietárias, facilitando a expansão para dezenas de milhares de racks interligados em um único data center. Do ponto de vista corporativo, essa abordagem favorece interoperabilidade e governança, reduzindo riscos associados à adoção de tecnologias fechadas em ambientes críticos. GPUs Instinct MI455: base computacional do Helios Avanços arquiteturais e densidade extrema A GPU MI455 foi descrita pela AMD como o chip mais avançado já produzido pela empresa. Construída com processos de 2 nm e 3 nm, ela incorpora 320 bilhões de transistores, representando um aumento de 70% em relação à geração anterior MI355. O design utiliza 12 chiplets de computação e I/O, integrados por meio da tecnologia de empilhamento 3D da AMD, além de 432 GB de memória HBM4 de alta velocidade. Quatro dessas GPUs são instaladas em cada bandeja de computação do Helios. Essa densidade extrema visa atender diretamente às demandas de inferência e treinamento em larga escala, reduzindo latências internas e maximizando a taxa de transferência de dados. Implicações para desempenho e eficiência A combinação de HBM4 e empilhamento 3D permite que a MI455 opere com larguras de banda significativamente superiores às gerações anteriores, mitigando gargalos comuns em cargas de IA intensivas em memória. Do ponto de vista estratégico, esse avanço reforça a posição da AMD como fornecedora de aceleradores capazes de competir em ambientes de missão crítica, onde eficiência energética e densidade por rack são fatores determinantes. CPUs EPYC “Venice” e a coengenharia CPU-GPU CPU projetada para IA As CPUs EPYC Venice, baseadas na arquitetura Zen 6 em processo de 2 nm, foram explicitamente projetadas para atuar como “AI CPUs”, segundo a própria AMD. O foco está na ampliação da largura de banda de memória e de comunicação com GPUs. De acordo com Lisa Su, a Venice dobra a largura de banda de memória e de GPU em relação à geração anterior, garantindo que as MI455 sejam alimentadas com dados em velocidade plena, mesmo em escala de rack. Essa coengenharia reduz desequilíbrios clássicos entre CPU e GPU, comuns em
Alice Recoque: o supercomputador em exaescala que inaugura a nova era das fábricas de IA na Europa Introdução A evolução da computação de alto desempenho sempre foi marcada por saltos tecnológicos que redefinem o que a ciência e a indústria podem alcançar. No entanto, a transição atual vai além da busca por mais poder bruto. Em um cenário onde inteligência artificial, simulação avançada e fluxos de dados massivos convergem, a infraestrutura deixa de ser apenas uma plataforma de processamento para se tornar um ecossistema capaz de sustentar operações contínuas, densas e altamente integradas. É nesse contexto que o Alice Recoque emerge como um marco para a Europa e para o mundo. As organizações enfrentam hoje um desafio estrutural profundo: cargas de trabalho de IA em grande escala deixaram de ser exceção e se tornaram regra. Treinamento distribuído, gêmeos digitais e simulações híbridas exigem arquiteturas que não só alcancem exaescala, mas que também mantenham eficiência energética e estabilidade. O custo e o risco da inação podem ser severos. Infraestruturas que não acompanham essa transição tornam-se gargalos, limitando a competitividade de países, empresas e centros de pesquisa. É nesse ambiente de crescente complexidade técnica e estratégica que AMD e Eviden apresentam o Alice Recoque, um supercomputador em exaescala criado explicitamente como uma “fábrica de IA”. Mais do que um conjunto de racks capazes de entregar um exaflop de HPL, ele representa uma nova abordagem arquitetural: simulação, dados e IA funcionando lado a lado, sustentados por GPUs MI430X, CPUs EPYC “Venice”, memória e largura de banda otimizadas e um design construído diretamente para eficiência. Ao longo deste artigo, será explorado como o Alice Recoque redefine o paradigma de HPC e IA integrados, quais problemas estratégicos resolve, que riscos mitiga e como sua arquitetura estabelece um novo padrão para a infraestrutura científica e industrial do continente europeu. O Problema Estratégico: IA e HPC superando infraestruturas tradicionais Cargas de trabalho que ultrapassam a capacidade de arquiteturas legadas À medida que os modelos de IA se expandem e se tornam cada vez mais interconectados a simulações científicas e análises de dados em grande escala, as arquiteturas clássicas de HPC se mostram insuficientes. O gargalo não está mais apenas no processamento, mas na incapacidade de alimentação de dados em tempo real. Quando a largura de banda ou a memória falham em acompanhar, até mesmo o hardware mais poderoso se torna subutilizado. Esse desafio tem impacto direto em pesquisas críticas, especialmente em domínios como clima, energia e saúde. Modelos massivos exigem um fluxo constante de dados para treinar, validar e inferir. Em um cenário tradicional, a capacidade computacional cresce, mas a infraestrutura de suporte (memória, rede, resfriamento e energia) não acompanha, criando um desequilíbrio sistêmico. O impacto na competitividade científica e industrial Enquanto empresas e países ampliam investimentos em IA, aqueles que operam com arquiteturas limitadas enfrentam custos crescentes, janelas de execução mais longas e reduções substanciais na precisão e no ritmo de inovação. O efeito acumulado é uma perda de competitividade. Projetos que dependem de execução paralela massiva tornam-se financeiramente e operacionalmente inviáveis. A necessidade de ambientes integrados para IA, dados e simulação As fronteiras entre HPC e IA estão se dissolvendo. Treinar um modelo de IA para prever padrões climáticos, por exemplo, requer tanto simulação física quanto análise estatística avançada. Inovações em energia exigem o mesmo tipo de integração. Resolver esse problema exige uma arquitetura onde IA e HPC compartilham o mesmo “solo”, e não sistemas isolados que disputam recursos. Consequências da Inação: custos, riscos e limitações competitivas Infraestruturas que consomem mais e produzem menos Ignorar a necessidade de eficiência energética em ambientes exaescale resulta em sistemas mais caros, menos sustentáveis e com impacto ambiental ampliado. Em um mundo onde o consumo energético é um componente central do CAPEX e OPEX de data centers, operar máquinas exascale sem otimização se torna proibitivo. Janelas de treinamento inviáveis e limitações operacionais Treinos de larga escala exigem estabilidade térmica e energética. Sem infraestrutura adequada, janelas de treinamento se estendem, tarefas falham e a produtividade cai. Em cargas de IA distribuídas, esse efeito se amplifica exponencialmente, provocando atrasos significativos em programas científicos ou industriais. Dependência tecnológica de terceiros países A ausência de plataformas próprias com capacidade exaescale deixa países e centros de pesquisa dependentes de infraestrutura alheia, o que limita sua autonomia e capacidade estratégica de inovação. Em setores sensíveis — saúde, energia, defesa — essa dependência cria riscos evidentes. Fundamentos da Solução: a arquitetura do Alice Recoque Uma fábrica completa de IA, não apenas um supercomputador O Alice Recoque foi concebido para ir além da entrega de processamento bruto. Ele opera como uma fábrica de IA onde treinamento, inferência e simulação coexistem e compartilham a mesma arquitetura central. Essa integração elimina silos, reduz latência e cria um fluxo contínuo entre ingestão de dados, modelagem e inteligência artificial. GPUs Instinct MI430X e CPUs EPYC “Venice” como núcleo da computação Com base nas GPUs AMD Instinct MI430X e nas CPUs EPYC “Venice”, o sistema combina o melhor da computação massivamente paralela com processamento otimizado para IA. Essa combinação permite executar simultaneamente cargas heterogêneas, mantendo performance consistente mesmo sob estresse. Construído sobre o sistema BullSequana XH3500 da Eviden O hardware baseia-se no BullSequana XH3500, arquitetado para densidade, eficiência e escalabilidade. Segundo as empresas, o Alice Recoque ultrapassa 1 exaflop de HPL com 25% menos racks do que sistemas tradicionais de mesma categoria, reduzindo o espaço físico e o consumo total. Memória e largura de banda como prioridades arquitetônicas Um dos pontos frequentemente negligenciados em supercomputadores é a velocidade com que dados se movem e a quantidade de informação que pode ser mantida em memória ativa. O Alice Recoque foi projetado para minimizar esses gargalos, garantindo que o processamento não fique limitado pela alimentação dos chips. Isso é particularmente crítico quando modelos são distribuídos em milhares de nós. Implementação Estratégica: eficiência, resfriamento e energia Operação dentro de um limite de 12 megawatts Ao fixar a operação em até 12 MW, o sistema demonstra uma abordagem centrada em eficiência energética e previsibilidade de
Introdução A corrida por poder computacional nunca foi tão intensa quanto em 2025. À medida que o avanço da inteligência artificial redefine indústrias inteiras, os chips que sustentam esse ecossistema tornam-se ativos estratégicos de valor incomensurável. O mais recente capítulo dessa disputa foi escrito pela AMD e pela OpenAI, que anunciaram um acordo bilionário para fornecimento de aceleradores de IA com potencial para reconfigurar o equilíbrio de poder no mercado dominado pela Nvidia. O compromisso prevê que a OpenAI adquira até 6 gigawatts em aceleradores da AMD nos próximos cinco anos, com o primeiro lote baseado na GPU Instinct MI450, prevista para o segundo semestre de 2026. Mais do que uma transação comercial, esse acordo reflete a transformação estrutural da infraestrutura de IA — onde a inferência passa a ser o motor econômico central, e a dependência tecnológica torna-se uma vulnerabilidade estratégica. Empresas que não compreenderem as implicações dessa aliança correm o risco de perder competitividade em um mercado em que o controle sobre a capacidade de processamento equivale a dominar o próprio ciclo de inovação. Este artigo aprofunda o contexto, as motivações e as implicações técnicas e empresariais dessa parceria. O problema estratégico: escassez e dependência tecnológica Nos últimos anos, o mercado global de IA enfrentou um problema recorrente: a escassez crônica de GPUs capazes de atender à demanda crescente por treinamento e inferência de modelos de larga escala. A Nvidia, líder incontestável no segmento, viu suas receitas crescerem quase sete vezes em quatro anos, alcançando US$ 130,5 bilhões em 2025. Esse domínio, porém, criou uma dependência estrutural que limita a expansão de empresas emergentes de IA, incluindo a própria OpenAI. Do ponto de vista estratégico, depender de um único fornecedor representa um risco de concentração inaceitável. A Nvidia, mesmo com sua capacidade industrial sem precedentes, não consegue atender à demanda insaciável por aceleradores de IA, criando gargalos que comprometem cronogramas e aumentam custos de operação. Esse cenário levou a OpenAI a diversificar suas fontes de hardware — primeiro com Broadcom e agora com AMD — em busca de resiliência e autonomia tecnológica. Além disso, o foco crescente na inferência de IA — ou seja, na execução prática de modelos em ambiente produtivo — exige arquiteturas otimizadas para eficiência energética e densidade computacional. Essa transição impõe novas exigências aos fornecedores de chips e redefine o que significa “liderança” em aceleração de IA. Consequências da inação Ignorar a necessidade de diversificação de hardware e de investimentos em capacidade de inferência é uma aposta perigosa. A falta de alternativas à Nvidia não apenas cria vulnerabilidade operacional, mas também limita o poder de negociação das empresas consumidoras de chips, concentrando inovação e margem de lucro em um único polo. Para provedores de nuvem, como Microsoft, Google e Meta, a ausência de fornecedores alternativos significa custos crescentes e menor flexibilidade arquitetônica em seus data centers. Para a OpenAI, o impacto é ainda mais direto: sem acesso contínuo a chips de alto desempenho, sua capacidade de oferecer inferência comercial em escala — base de sua receita futura — ficaria comprometida. A consequência estratégica seria dupla: estagnação tecnológica e perda de vantagem competitiva. Em mercados guiados por ciclos rápidos de aprendizado e adaptação, atrasos de meses podem significar anos de desvantagem acumulada. Fundamentos da solução: o papel do MI450 No centro do acordo entre AMD e OpenAI está o Instinct MI450, sucessor da série MI300X, projetado para competir diretamente com os superchips Vera Rubin da Nvidia. A arquitetura do MI450 incorpora avanços em memória de alta largura de banda (HBM4) e densidade de processamento, oferecendo até 432 GB de memória e desempenho superior a 40 PFLOPs em FP4. Essas especificações representam mais do que um salto técnico — são a base de uma nova geração de infraestrutura de inferência, projetada para maximizar throughput, reduzir latência e otimizar consumo energético. Comparado ao Vera Rubin, com 288 GB de HBM4 e 50 PFLOPs, o MI450 oferece uma proposta de equilíbrio entre eficiência, escalabilidade e custo total de propriedade (TCO). Do ponto de vista empresarial, o MI450 posiciona a AMD como uma alternativa concreta em um mercado até então monopolizado. Essa pluralidade de oferta pode catalisar um ciclo virtuoso de inovação, reduzindo preços e aumentando o acesso a tecnologias de ponta para novas empresas e centros de pesquisa. Implementação estratégica: arquitetura e impacto empresarial Implementar o MI450 em escala requer mais do que integração de hardware — envolve planejamento arquitetônico e reengenharia de workloads. As cargas de trabalho de inferência demandam otimização de pipelines de dados, suporte a formatos quantizados como FP4 e integração com frameworks como PyTorch e TensorRT. A AMD, historicamente atrás da Nvidia nesse ecossistema, vem investindo em camadas de software e bibliotecas abertas que reduzam essa distância. Para a OpenAI, a adoção estratégica da linha Instinct representa um movimento de diversificação inteligente. Ao construir infraestrutura com múltiplos fornecedores, a empresa reduz o risco de interrupções de fornecimento e aumenta a resiliência operacional. Além disso, cria condições para testar arquiteturas híbridas, combinando chips AMD e Nvidia de acordo com o perfil de cada workload. Essa abordagem também tem implicações financeiras. A troca por warrants equivalentes a 10% das ações da AMD consolida uma relação de longo prazo, alavancando valor para ambas as partes: a AMD garante demanda previsível e legitimidade no mercado de IA, enquanto a OpenAI obtém prioridade em fornecimento e acesso antecipado a novas gerações de chips. Melhores práticas avançadas e desafios técnicos Embora a adoção do MI450 represente uma oportunidade, sua integração não está isenta de desafios. O principal deles é o ecossistema de software. O domínio da Nvidia não se deve apenas à superioridade de hardware, mas à maturidade do CUDA e de seu stack completo de ferramentas, otimizadas para cada geração de GPU. A AMD precisa consolidar sua plataforma ROCm como um ambiente robusto, compatível e eficiente para execução de cargas de inferência de larga escala. Para isso, empresas como a OpenAI tornam-se parceiras críticas na validação de performance, escalabilidade e interoperabilidade. Cada avanço obtido nesse contexto representa um




